sexta-feira, 15 de março de 2013

Ingressando como pesquisador no Smithsonian

Silver Spring, MD 6:30
Na quarta-feira estivemos no Smithsonian para nos apresentarmos ao setor responsável pela nossa autorização para ingressar na instituição como pesquisadores convidados. Esse é um assunto do setor de migração do Departamento de Estado e um visto J1 pode ser cancelado se não houver essa apresentação. Fomos muito bem recebidos e informados de que podemos viajar dentro dos Estados Unidos sempre que desejarmos. Mas se quizermos sair do país durante nosso tempo de permanência aqui, precisamos de autorização deste departamento do Smisthsonian. 
Ontem estivemos no Museu de História Natural, no setor de Fellowships, para pegarmos nossos paperworks para podermos tirar nossos crachás que nos permitirá livre acesso ao Smithsonian. Agora de posse desses papéis poderemos ir em uma sexta ou em uma segunda-feira em outro prédio para tiramos as nossas fotos e fazermos a identidade. Além do passaporte, precisamos levar também outro documento brasileiro com foto.
Nesse setor ontem fomos saber informações sobre o health inssurance, ou plano de saúde. Existe a possibilidade de os pesquisadores convidados ingressarem num grupo de plano de saude do Smithsonian. Mas nos adiantaram na quarta-feira que é caro. Para uma familia, como nós aqui, das quatro opções de plano, via Smithsonian, o mais barato fica por US$ 1.008,00, ou seja, mais de R$2.000,00 POR MES. 
No caso de Ligia, que veio com bolsa sandwhich, ela recebeu US400,00 para fazer plano de saúde (exigido pela CAPES) pelos seis meses. Vamos procurar outras possibilidades fora do grupo do Smithsonian.
Estava muito frio ontem e fizemos poucas fotos, como estas abaixo.





Não chegamos a visitar o Museu, mas apenas a loja de souvenirs. Comprei dois livros sobre os indígenas americanos. Mas é incrivel como eles aliaram a pesquisa com o mercado. É possível comprar desde um tubinho de vidros com pedrinhas do mundo, quanto DVDs sobre baleias e golfinhos ou origami ou ainda roupas e artesanatos fabricados no Kenya ou no Alaska.
Encerramos o dia comemorando o aniversário de Ligia.

Hoje vamos conhecer a cidade de Annapolis, capital do estado de Maryland. Fomos convidados por Anthony Seeger para almoçarmos em sua casa. Antes eles nos levará para conhecer o centro histórico da cidade. 


quarta-feira, 13 de março de 2013

Uma tarde inesquecível em Nashville

Silver Spring - MD, 21:00
No domingo de manhã terminou a reunião da Salsa na Vanderbilt University.

A tarde de domingo passado em Nashville foi inesquecível. Desde antes de sair do Brasil, sonhávamos em poder ir a um saloon e tomar um Jack Daniel´s. Se tivesse mais tempo em Nashville seria possível agendar uma viagem até a destilaria,mas isso não foi possível. O que pudemos fazer foi um encontro com este famoso whiskey no saloon The Stage, onde pudemos ouvir uma boa banda de country. Mas até chegar a Broadeway Avenue, paramos para tirar alguns fotos em lugares bem bacanas. O clime estava agradável.










Irepti nos acompanhou neste bar, pois é autorizado a permanência de crianças até as 6 horas da tarde.
Ali curtimos também uma cerveja Blue Moon e um bom show.

Depois fomos ao Tequila Cowboy para almoçarmos e ouvir mais música. Comemos deliciosas asas de frango fritas com batatas e BBQ Pork sandwich.



E la ficamos até o final da tarde ouvindo uma boa dupla de cantores country. Nenhuma apresentação nesta região da cidade é feita por cantor que seja mediano. Todos são muitos bons porque é o local onde os olheiros das gravadoras ficam atentos para os novos talentos. Por isso vale tudo para se apresentar e em qualquer lugar. No Tequila Cowboy, tocava Matt Marinchick e na rua um grupo com estilo Iralandes (The Yanks) e outro tocando Rockability do qual fim pequeno video que postei no youtube.
Antes de sair de Nashville ainda encontramos o Tico e Teco. Na segunda de manhã partimos com chuva, tal como chegamos na terça pela manhã. No aeroporto, foi possivel ver uma máquina de venda de flores frescas e tomar café da manhã com comida da cozinha de Alabama. Adorei a batata grelhada com um tempero local.




sexta-feira, 8 de março de 2013

Um pouco do que vimos em Nashville

Nashville, 6:50
Não escrevi antes porque andamos muito pela cidade na quarta-feira que cansei e não consegui postar nada. E esta cidade respira música, muita música
Saímos pela manhã de quarta usando o sistema de transporte público. Aqui não tem metrô, mas o sistema de transporte de ônibus é muito eficiente. Em cada ônibus em no terminal central, de nome Music City Central, é possível pegar um folder para cada linha de ônibus com o trajeto e os horários. 


Os motoristas são muito atenciosos e não tem cobrador e voce pode pagar tanto em dinheiro, cartão ou ordem de pagamento. Pagando em dinheiro na máquina recebo o troco em um cartão que pode ser usado na próxima viagem. Não há catraca, mas ninguém viaja sem pagar. Ontem um senhor entrou no ônibus e o motorista ficou esperando até ele sentar-se para sair do ponto. 
Vimos a maioria dos motoristas sendo negros, a maioria dos usuários que viemos são negros. Há muitas mulheres negras como motorista.
No centro da cidade tem tres linhas chamadas de music city lines. Elas são gratuitas e circulam pelos locais históricos e ligados à música. Nas ruas do centro tem caixas em quase todas as esquinas com alto-falante que ficam tocando música country.
Visitamos o Country Music Hall of Fame and Museum. Um espaço em forma de piano com muita coisa sobre música country. Vajam um pouco do que vimos.









O museu esta organizado desde a root music até a adaptações do country no cenário musical atual. E apresenta roupas e instrumentos musicais utilizados.








Sendo que alguns instrumentos são considerados reliquias.







Existem também dois carros exóticos.
Este o cantor gastou vinte mil dolares para personalizar seu carro.






Também o piano dourado de Elvis Presley e seu cadilac decorado com ouro estão expostos.



Um grande painel dos discos de ouro e prata das estrelas enche grandes paredes do museu.







São tres andares de museu e no segundo existe um grande circulo com figuras de todos os artistas admitidos no hall da fama.



No início da noite diversos pubs se enchem com pessoas para beber e ouvir música. Ou toca-se na rua mesmo. O que importa é que a música aconteça em todos os cantos.





Até na abertura da SALSA 2013, ontem a tardinha na Vanderbilt University, tivemos a presença de música country.
Essa visita ao museu serviu para concluirmos que não se pode conhecer a cultura de um povo sem conhecer a sua música. Não se conhece o Brasil sem entender o samba, o choro, a musica caipira. Nos USA também não se conhece o pais sem entender os diversos tipos de musicas aqui existente.